Assunção e Hillary Clinton reunidos em Washington
Angola e os Estados Unidos da América decidiram criar um mecanismo específico de controlo e acompanhamento dos acordos assinados. A intenção foi manifestada, ontem, durante o encontro que a secretária de Estado norte-americana, Hilary Clinton, teve, em Washington, com o ministro das Relações Exteriores, Assunção dos Anjos.
Os dois chefes da diplomacia manifestaram ainda o desejo de desenvolverem as relações bilaterais e avaliaram a cooperação entre os dois países, numa altura em que Angola e os EUA assinalaram, no dia 19 de Maio, 16 anos desde o estabelecimento das relações diplomáticas.
Após o encontro com a Secretária de Estado norte-americana, o chefe da diplomacia angolana reuniu-se com o Sub-Secretário de Estado assistente para os assuntos africanos, Johnnie Carson, e foi orador principal no fórum sobre a “Nova Angola e a sua Inserção Regional”.
A conferência, que decorreu no Centro Internacional de Estudos Estratégicos dos Estados Unidos da América, contou com a participação de altos funcionários da administração americana, do Congresso, corpo diplomático acreditado nos EUA, analistas políticos e jornalistas.
Na véspera, o ministro Assunção dos Anjos participou num almoço de trabalho, oferecido pela petrolífera Americana Chevron, a Africa Society e o Corporation Council on África. O chefe da diplomacia angolana reafirmou que o ambiente actual de negócios em Angola é saudável e propício ao investimento privado fora do sector petrolífero e que o Governo está empenhado na maior diversificação da sua economia.
No Departamento de Tesouro, Assunção dos Anjos encontrou-se com Lael Brainard, conselheiro do Secretário do Tesouro e Sub-Secretário interino para as questões internacionais. A delegação angolana participou na gala de comemoração dos 30 anos da criação do Museu Nacional de Arte Africana, onde está patente ao público, até ao final do mês de Agosto, uma exposição do artista plástico angolano António Ole, inaugurada em Janeiro.
Fonte: Jornal de Angola,
Os exercícios militares conjuntos das Forças Armadas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), conhecidos por “Felino”, vão decorrer em Angola em 2010 e na Guiné-Bissau, no ano seguinte.
portugueses aprovados em 2008 no mercado angolano traduzem o crescente interesse nas parcerias luso-angolanas. No entanto, a verdade é que a estratégia de diversificação para Angola esbarra em vários obstáculos. O regime fiscal é um desses entraves e foi repetidamente abordado por banqueiros e empresários, na Conferência Relações Económicas Portugal-Angola, organizada pelo Diário Económico, na passada terça-feira em Lisboa.
Os resultados positivos alcançados devem-se também ao trabalho da Agência Nacional do Investimento Privado (ANIP), no dinamismo e vontade que tem desenvolvido, criando facilidade para atrair investimentos de empresas estrangeiras no país.
O Presidente americano Barack Obama vai reafirmar esta tarde num discurso sobre segurança nacional a vontade de fechar o campo de detenção Guantánamo como tinha prometido dois dias depois de tomar posse.
Uma série de medidas para evitar futuros abusos por parte dos deputados foram, entretanto, apresentadas pela líder parlamentar Harriet Harman, mas a convocação de eleições antecipadas reclamada pelo líder da Oposição, foi de novo rejeitada pelo primeiro-ministro, Gordon Brown. O chefe do Governo defende que uma ida às urnas nesta altura teria “um efeito caótico” sobre o Reino Unido. Ainda assim, Downing Street parece estar a preparar-se para uma remodelação que visa afastar as sombras do escândalo sobre o número 10.
Mahmud Ahmadinejad diz que o Irão testou, com êxito, um míssil cujo raio de alcance é de dois mil quilómetros. Ou seja, capaz de atingir Israel ou bases norte-americanas no Golfo Pérsico. Mais uma acha para a fogueira.
O Presidente do Gabão, Omar Bongo, há 42 anos à frente dos destinos daquela nação africana, encontra-se hospitalizado em estado grave em Barcelona, revelou o governo espanhol. Em Libreville, reina o nervosismo e a notícia é desmentida.